domingo, 5 de setembro de 2021

chà da vida

chá da vida chá de rosa das suas pétalas

arranco uma a uma deixo para três as 

venenosas adiciono - lhe um pouco dos meus 

sentimentos e diluo - lhe tambèm um pouco

de dor enquanto bebo recordo - me de cada

momento è para ti flor ... the of life tea of roses

from its petals l puck one by on leving bechind

the poisons l add a bit of pain whil drinking l

remember every moment and it is for you this

flower
 

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

a morte

esse lugar comum e trivial a morte

a muito se sabe fazer e muito a tempo

o trivial se não fui eu quem veio no

jornal foi uma tosse a menos na cidade
 

o rumo do estio

 atormenta a solidão o sol  espetou

a sua lança na planície sem água

tu soltas os teus cabelos com um

pranto e o teu grito soa e ecoa nos

espaços sucessivos onde em colunas

verticais o calor teme


amar - te

è uma ferida aberta no meu teu seio onde brota

a seiva onde jorra este amor que sinto por ti no

ínfimo sentido do meu ser por te amar deste jeito

sem jeito por te amar para te amar assim eternamente

love you is open wound in your boson where the sprouts

that will gush in my chest in thes love that l feel for you in 

the smallest saf of my being for loving you like this akwardly

 for  loving you
 

entrego - me


 ao vento para saborear a liberdade

na sua plenitude total por amor

por te amar assim loucamente

deste jeito sem jeito perdidamente

por te amar deste meu jeito sem

jeito de querer amar - te por um

amor puro e verdadeiro por ti

meu anjo minha esbelta princesa

do meu ser


no ar

o sublime perfume do teu amado corpo

respirando a eterna paixão por ti no

amor meu amor por te amar assim

deste jeito sem jeito por te amar

para te amar assim
 

mais solitários

somos e passamos não são

os nossos frutos nem as

flores o céu e o mar

apagam - se exteriores

e tornam - se os fantasmas

que sonhamos the lonelien

we are and we pass not our

fruits nor the flowers and the sea fad out

wards and become the gots we dream
 

a voz

 do mal recebido não entra

sai para fora a tempestade

que isola o amor cria desgosto

mas esse calor na fantasia da incerteza


não sei

sentir - me onde estou por isso

alheio vou lendo como páginas

o meu ser que segue não povoando

o que passou a esquecer

noto a margem que li o que julguei

que senti releio e diga fui eu ? Deus

sabe porque escreveu !
 

do rio

que nasce se diz que è violento

mas ninguém diz a violência da

margem que o comprime
 

que nenhuma

estrela queime o teu perfil

que nenhum deus se lembre

do teu nome

para ti criei um dia puro

livre como o vento

e repito como o florir

das ondas ordenadas
 

vamos

estafados e ricos  meu amor

deixa  por mais um pouco

a tua ânsia volta - te ao ócio

necessário saboroso e sábio

lest go tired and rich my love

for longer your eargenesse come

back to te tast and wise idleness
 

saio de mim

entrego - me a ti para poder

desfrutar a ternura do teu

ser
 

na gargalhada

brincando com o seu cão larga um pouco

os teus compromissos e vem apenas ver

um simples pássaro a serena silhueta

a cortar o vermelho do acaso
 

não peças a Deus

que para o vento se o barco não singra

não chegará e o moribundo irà morrer

sem que veja o filho que o barco o traria
 

roubo a paciência

 

que me prende a adoração

ao amor em continência

e è a dor que me vai no

coração

bebido o luar

ébrio de horizontes julguei que viver

era abraçar o rumor aos pinhais os azuis

dos montes e todos os jardins verdes do

mar
 

nesta noite

sei apenas dos teus gestos e procuro

o teu corpo para além dos dedos trago

as mãos distantes do teu peito 
 

estou

mais perto de ti porque te amo

os meus beijos jà nascem na tua

boca não poderei escrever o teu

nome com palavras tu estás em 

toda parte e me enlouqueces
 

estou satisfeito

vejo  danço rio canto quando a minha amada

dorme abraçada a mim  noite inteira e depois

vai - se embora ao raiar do dia com passos silenciosos

deixando o seu perfume enchendo a casa com a sua exuberância
 

sim

estás em toda parte

tão dentro de mim

porque te amo
 

Estou mais

de ti porque te amo os meus beijos já nascem na tua boca

não poderei escrever o teu nome com palavras tu estás em toda

parte e me enlouqueces
 

do rio

que tudo arrasta se diz

que è violento mas ninguém

diz violentas as margens que

o comprimem
 

mais solitàrios

e passamos não são os nossos frutos nem as flores o céu e o mar

apagam - se exteriores e tornam - se os fantasmas que sonhamos
 

uma brisa

suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...