Não te perguntei se alguma vez
esperaste as minhas palavras o
meu barco atè este vento ardente
atè ti reclino o meu rosto na
madrugada que nasce incendiado
nos teus olhos ....
suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...
Sem comentários:
Enviar um comentário