carregavas em teus ombros
um navio de relâmpagos em teu
coração de pedra e a voz de cidades
insubmissas levavas em teu rastro
uma aurora de espigas em teus làbios
as palavras que não temem o fogo o frio
ou a morte submerso no òdio e no terror
chegavas em cada noite e feroz recontruias
uma vez mais a esperança a terra semeavas
e por amà - la tanto ès agora o semeador a pròpria
semente oculta e violenta ...

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