do
presente e do ser como sonho
aqui
nutre e esfaima o amor o olho
nunca
saciado percorre a vigília e o
sono desce
voragens abre na sombra o
deslumbramento
busca no olho a incauta resposta
do
sempre ... a mão ensaia caricias nega
promessas aponta a hora da alvorada
o ramo que brota contra os passos obrigado
a salvação o pè tropeça o nada desfaz a espera

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