e
lanço âncoras na espuma dispo
o
vento de ímpetos de nòs e inauguro
o
tempo da surdina desbravo o chão
de
raìzes de saudades e invento flores
silvestres na cor dos poemas desprendo
todos
os fósforos de lua e mergulho as noites
em lentos entardeceres à tua espera sonho e canto

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