tal
como uma árvore irracional se agita
na
aragem vadia da tarde em busca de
uma
conclusão ensaio subtilmente vagas
sugestões
e fico sozinho no patamar da indiferença
batendo numa porta o eco da consciência
que dilui implacável um sonho de saudade
quando ameaça um pensamento fútil de rotina
no céu estrelado da alegria onde a perspectiva
grita de esperança

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