fico
sozinho no patamar da indiferença
batendo
numa porta o eco da consciência
que
diluiu implacável um sonho de saudade
quando ameaça um pensamento fútil
de rotina no céu estrelado da alegria
onde a perspectiva grita de esperança
suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...
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