do
quotidiano que agora consulto como
um
relógio de sombras para por vezes andar
enganado
e repetidamente inteiro - me de lua para que
as
manhãs não se esqueçam que sou um pássaro
de poesia
suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...
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