lodo
escuro sò visìvel quando às
àguas
do rio por contar deixam de
pulsar
a melodia solar que se reflecte
no
espelho anelante
um dia o sol deixará de lançar os
seus
dardos de fogo e tu irás partilhar
um leito de cinzas ao nível da gelada
presunção de nem ter sido a escrita que brota do coração

Sem comentários:
Enviar um comentário