humedece nas tuas mãos traço
um fio de voo àrea passagem
horizonte pressentido desde o
ângulo inquieto do meio dia
à curva em ausência do poente que
desagua no poema estatuário dos meus
olhos
adormeço garça revoada na oblíqua luminosidade
da lua à flor do silêncio na tua boca
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