um poente no bater do teu
peito mas a solidão
penetra entra pelos meus
vidros e nas suas enlutadas
mãos solto o meu delírio
è então que surges passos
de menina os teus sonhos
arrumados dias tranças nas costas
guiando - me por corredores infinitos
e regresso aos espelhos onde a vida
te encarou

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