na base de uma árvore prontos
a serem amados trago a trago
lapidam a nossa fonte amor
em bruto devolvem o diamante
a pedra dentro sabem que vão
podando a nossa frente a amizade
como uma arte por instinto e há
ainda terra por enquanto
suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...
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