e o vento entregas a espada
do tempo pelo sonho e porque
não há claustros em amar as tuas
mãos quero a formiga incansável
da ternura
suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...
Sem comentários:
Enviar um comentário