embora o meu amor
seja uma velha canção
no teu ouvido
das horas que em que eu passei
a sombra dos teus gestos a beber na tua boca
o perfume do sorriso das noites que eu vivi
acalentando pela graça indizível dos teus passos
eternamente a fugir trago a doçura dos que aceitam
melancolicamente

Sem comentários:
Enviar um comentário