domingo, 1 de agosto de 2021

conjugo a palidez das manhãs

sob a claridade de um tempo

de perfis há uma subtileza de ti

que ainda arde no meu pulso que

dorme uma volúpia transparente nos

 contornos deste poema e uma paisagem

mar em ritmo lento que me lembra

prolongadamente o teu corpo pronuncio

o teu rosto em cada acordar
 

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