de fogo è um aguaceiro
descrente de água um príncipe
descalço no corpo dos outros
nas pausas dos nomes espera
ainda pela mão rente a loucura
estreiam - se as asas no esboço
do céu não lhe responde porque
ama com egoísmo o casulo do
seu corpo
suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...
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