no espaço a suplicante nudez de braços
ressequidos a ave migratória que a primavera
trará quem me livra de mim de quem sou por
continuar a ser o que ainda não ès ... ainda ?
que fujo de mim em ti fogo cintilante ave branca
cujo voo se espraia no desejo com perfume odor
felino de fêmea apetecida cm mãos invesìveis
membros de espuma sem nenhuma cor das que
jà foste

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