que o vento levanta mais
ninguém segura sou enfim
a chama acesa que te queima
sem te tocar sou o infinito que
acaba na lágrima covarde do teu
rosto a chorar
suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...
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