onde
quase anjos prendem os véus do
tempo
vem um vento do mar e a solidão
interrompe se
nos poros da madeira enegrecida
e
nos trilhos que espreitam a janela
desde
a água vem um vento do mar e há um
respirar
de espera nas rugas da casa que não
suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...
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