do que há - de vir
nem os mestres
nem os amigos
nem os livros
nem a fragilidade dos
meus pès feitos de barro
e cansaço todas as minhas
revoltas domadas todos os meus
gestos em meios e as minhas palavras
sufocadas terão a sua hora de amar e viver
suave e fresca se inebria em mim algo itinerante e sinto - me estranhamente universal num sonho perdido no sonho tenho o passaporte do além ...
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